Netvicio
17 de junho de 2009 – 13:27De acordo com a evolução da tecnologia vão aparecendo novos videos, o mais atual e o vicio em ficar online ou conhecidamente como Netvicio.
Assim como algumas pessoas são viciadas em drogas, no jogo e no tabaco, outras são em passar horas na internet, fenômeno que um crescente grupo de especialistas dos Estados Unidos considera um problema psiquiátrico. O vício na rede já foi diagnosticado por alguns especialistas como uma dependência da internet, e estima-se que de 6% a 10% dos cerca de 189 milhões de internautas nos EUA sofram desse mal.
após muita horas na frente do computador pessoas tendem a ficar tão acostumdos com a vida online amigos, comunidades, noticias que acabam por se viciando.
não e de agora que este problema e relatado em um post de 30 de dezembro de 2005 ja havia relatos.
no site Universia tem um relato.
“Anderson* é um adolescente normal como qualquer outro. Ele passou a ter problemas na escola, seu desempenho estudantil não era dos melhores e por causa disso procurou a evitar o colégio. Não usava a saúde, desculpa clássica para evitar as aulas, para fugir dos recorrentes fracassos. Ele escolheu outro caminho, o virtual. Foi no ciberespaço que ele encontrou um jeito de evitar as conseqüências do mau desempenho na escola. Lá ninguém o julgava ou o cobrava por nada. Esse meio tão aconchegante se transformou na fuga de Anderson. Mais tarde, esse foi o tormento em sua vida e de sua família.”
“Quem passa por esse problema geralmente fica agressivo, briga com os pais e fica realmente atormentado quando está sem o computador”, afirma a psicóloga Sylvia Van Enck Meira, voluntária da equipe do AMITI (Ambulatório dos Transtornos do Impulso) do Hospital das Clínicas. O hospital já tem uma equipe que presta assistência a pessoas viciadas em Internet. O tratamento tem diversas etapas e é multidisciplinar. Os pacientes passam por avaliações que irão nortear a abordagem usada para tratar o problema. Há casos em que o viciado é tratado individualmente ou em grupo, a depender da gravidade da situação.”





